sábado, 21 de janeiro de 2012

O Primeiro do Spielberg




Ouço podcasts há pouco mais de 1 ano, desconhecia a mídia até então, e fui forçado a conhecê-la por outra questão que não vem ao caso abordar agora (para quem é curioso: sou escritor de fantasia, blá, blá, blá, Eduardo Spohr, Raphael Draccon, blá, blá, blá, podcast, pronto). Não demorei muito para chegar no rapaduracast do Jurandir Filho e me tornar mais um ser rapaduriano. E foi aí que tudo mudou. Não vou falar sobre o conteúdo bem produzido e editado, mas, ao mesmo tempo prolixo do mesmo (assunto para outra postagem), mas sim do discurso frágil, insustentável e demonizador provocado pela dicotomia que envolve o compartilhamento de conteúdo pela internet, além da ética atrelada a este discurso.
O próprio apresentador já comentou em episódios esporádicos que tem acesso a cabine de imprensa de cinema (seções gratuitas das pré-estréias semanais para jornalistas e profissionais das diversas mídias), o rapadura é um podcast que já testou a sua capacidade de monetizá-lo, ao anunciar à seus ouvintes alguns produtos através de links de lojas virtuais como Saraiva/Submarino, e obteve sucesso, pois, conta ele que os ouvintes esgotaram alguns desses produtos em episódios temáticos. Além, é claro, da publicidade, atrelada a cada postagem do site, seja do podcast ou não. Portanto, nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal, já que o Cinema com Rapadura é um grande portal de cinema que lida com diversas noticias e possui diversos custos para se manter no ar, além de servir como forma de sustento ao próprio criador.
No entanto, eu começo a ver problemas, e um deles muito sério, desde que o apresentador começou um processo, que, a meu ver, demoniza o compartilhamento de conteúdo pela internet, ou em outras palavras: "gente, é errado fazer o download de filmes pela internet de forma gratuita e se apropriar destas obras para si, mesmo que seja para uso pessoal", em função de outras maneiras, como, por exemplo, a compra direta pelos links oferecidos em cada episódio. Como ele próprio cita em cada começo de programa, a abrangência do seu público é nacional, daí a responsabilidade cresce ainda mais a um profissional que mexa com essa mídia.


Peraê, responsabilidade?
Sim, claro, o profissional que faz o podcast tem responsabilidade com o seu ouvinte, além da ética. Na faculdade de cinema aprendemos um conceito chamado "impressão de realidade", que muitos podcasters que acham que entendem de cinema chamam de "imersão" dentro da narrativa. Este conceito foi imposto ao cinema tornando-se um padrão através das rígidas convenções cinematográficas dos anos 10 e 20, mas que trouxe maior identificação do público com os filmes.*
Este conceito de impressão de realidade, creio eu, se aplica ao podcast, pois os ouvintes se sentem "imersos" naquela conversa, previamente gravada e editada (com raras exceções), e, muitas das vezes, através de comentários em postagens diversas, acham que são "amigos" daquelas vozes. Daí vem a responsabilidade que os grandes podcasters tem com seus ouvintes, pois estes acabam se tornando formadores de opinião.
Vamos tentar compreender agora o que faz o Jurandir Filho? Bom, ele tem acesso gratuito as seções nas cabines de imprensa, semanalmente forma opiniões, monetiza seu podcast pelas formas citadas anteriormente (Seria demais pensar que alguns de seus episódios temáticos, eu acho, foram financiados por distribuidoras?), mas desinforma seus ouvintes ao tentar desmoralizar outros meios de acesso aos filmes/séries, demonizando o compartilhamento de conteúdo?
Este discurso tem dois problemas, o primeiro deles é que atinge ouvintes de todo o Brasil, e de classes sociais distintas, com tanta força que, aqueles que se sentem seres rapadurianos, poderão, de fato, seguir as orientações do Jurandir, e, em um quadro pior, seguir a risca o seu discurso e ter medo de fazer algo que não está correto. Na realidade, o que soa errado, e, principalmente anti-ético, é o próprio discurso do apresentador. Imagine agora situações diversas que os ouvintes podem passar:
- gente que mora em cidades médias e pequenas de estados sem tradição de possuir salas de cinema mesmo nas capitais e cidades grandes, terão que esperar meses até que estreie em alguma cidade perto da sua algum filme em especifico, e, se não estrear, esperar que saia nas lojas brasileiras um DVD/blu-ray do mesmo, isso sem falar nos casos dos filmes antigos;
- outros que não tem condição financeira no momento de comprar o box completo de algum filme/série comentados em algum programa;
- jovens com personalidade ainda em formação, ou que estão com problemas de família, estão sem amigos, portanto, ouvem podcasts com mais freqüência para suprir essa carência, daí se sentem amigo do Jurandir, portanto, ele fará o que lhe é pedido sem muita contestação, etc.
A segunda e mais problemática parte do discurso, e é aí que ele perde a sua sustentação, está no fato de que é usado material de direito autoral nos podcasts do rapadura, e não me refiro somente as músicas, mas também os diálogos de diversos filmes. Os podcasts já pagam ao Ecad para utilizar músicas, mas, por acaso se o Rapadura não possuir contrato de sessão de direitos autorais para o áudio de todas as obras fílmicas que já foram atrelados a todos os episódios, ele está se apropriando de partes de obras de terceiros. Como cobrar o mesmo dos ouvintes? Soa correto? Soa ético?

Me soa no mínimo contraditório se apropriar indevidamente de uma foto do Rei Leão desrespeitando os direitos autorais utilizando-a como avatar pelas redes sociais, mas pregar contra ouvintes que baixam filmes e seriados, não?


Não adianta fazer pirraça, fricote e muito menos espernear, o compartilhamento de conteúdo continuará a existir, quer você queira ou não. Até poucos anos atrás, os grandes conglomerados donos dos estúdios de cinema não se prepararam para a internet ou não quiseram se adaptar, portanto, o problema é deles e somente deles. Não é culpa minha, sua ou de ninguém se tínhamos acesso gratuito a um filme, seriado ou música, mas sim da falta de opção de eu pagar pelo mesmo. Agora existe NetFlix e genéricos, mas ainda assim esses provedores de conteúdo audiovisual que cobram assinatura mensal não tem a capacidade de abranger toda a complexidade de obras que já foram produzidas.
Aliás, essa é a beleza da internet, ela está ai justamente para ajudar a disseminar todos os filmes, dos mais recentes ainda em cartaz aos mais antigos. Na minha opinião, o grande tesouro está nas antigas e raras cópias que conseguem ser disponibilizadas depois de anos para apreciação, estudo e reflexão através de artigos e debates de quem os assistem. Aproveitando o grande lançamento da semana nos cinemas, eu não sei se o Jurandir sabe, mas o melhor do compartilhamento de conteúdo pela internet é poder assistir ao primeiro longa do Spielberg, e não o último.


PS.: Infelizmente, é através deste tipo discurso apoiado por pessoas que pensam igual ou parecido com o Jurandir, que, os lobbyistas da MPAA e de gravadoras conseguiram pressionar o congresso americano em uma tentativa de aprovar o PIPA e o SOPA. Vamos torcer para que realmente não façam isso e que a internet continue sendo um território onde os grandes conglomerados de mídias concorrem diretamente com blogueiros.

* A impressão de realidade selou o fim do "primeiro cinema", chamada também de era pré-Griffith. Durante esta dessa época, os atores olhavam diretamente à câmera, a edição não respeitava o raccord (se o ator sai pela direita em um quadro, no próximo ele precisa entrar pela esquerda), as salas de exibição eram locais freqüentados por pessoas de baixo nível social, e etc, a lista é grande.

106 comentários:

  1. bom saber disso, jurandir filho que aguarde o anonymous brasil saberá de sua postura.

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  2. Eu realmente me incomodei com algumas coisas ditas no Rapaduracast. Teve vezes que o Jurandir, ou o Maurício falam com desdém, dizendo que a experiência de ver o filme que é válida, quem vê em um monitor ou TV pequena é perdedor, e coisas mais, ridicularizando mesmo. Eu passei muitos anos duro, de verdade, hoje eu consigo ir no cinema uma vez por mês tranquilamente, fico feliz por que as coisas melhoraram, porém eu entendo que nem sempre é possível pra todos, e eu não acho justo privar a essas pessoas o acesso à cultura. Quando vem esse povo elitista, que se gaba que tem TV de 400 Polegadas, e que quem não tem é um lixo, eu fico realmente indignado. Lembro de uma vez que vi sexta-feira 13 parte 6 em uma TV preto e branco de 10 polegadas. Por isso eu sou inferior, ou tive uma experiência desgraçada com relação ao filme? Se eu pude ver apenas naquelas condições, vi e pronto, e não condeno ninguém. Já vi filme de muitas maneiras, e , a não ser em questões pontuais, o que vale, pra mim é a história, a narrativa...Esse desdém deles e essa mania de achar que a experiência só é válida se for como eles querem me faz imaginar o que pensam da experiência de um deficiente visual ao "ver" determinado filme... Eu gosto dos caras, gosto do programa, mas tem horas que dá nos nervos.

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  3. Elitistas de cultura já são um saco. Os que usam esse meio pra lucrarem são piores ainda.

    Parabéns pela coragem, Pablo.

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  4. @Portal Ipiauí
    EU não sei se o Jurandir merece aguardar o Anonymous, mas sim mudar a sua atitude.

    @molho
    Obrigado.

    @Diogo Lima
    Olha Diogo, realmente filmes, e não telefilmes, foram produzidos pensando no público que os assistiriam no cinema, eu aprendi isso de fato na faculdade. A ideia de quem faz cinema é essa, e, se você for um apreciador de filmes, verá que a sua experiência em uma sala de exibição é totalmente diferente de ver um filme em uma tv em preto e branco, como foi o seu caso. No entanto, e é ai que eu acho que o Jurandir e o Mauricio talvez tenham se equivocado, seria em desmerecer o espectador que assiste filmes em casa e não vai ao cinema, sem levar em conta as suas condições financeiras e etc. A minha única crítica seria para aquelas pessoas que tem condições financeiras e que moram perto de alguma sala de exibição, mas preferem continuar a ver filmes em casa.

    @Flávio Vieira.
    Valeu pela força.

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  5. Lembro que o Jurandir participou em um podcast do Nowloading (um Nowloading News eu acho). Na ocasião ele tinha acabado de pegar um Xbox e se bem me lembro falou abertamente que jogava jogos piratas. Não tenho áudio para confirmar, mas de qualquer forma ele deixou a entender que preferia usar jogos piratas. Os caras do Nowloading argumentaram dizendo que quem joga jogos piratas acaba acumulando muitos jogos e acaba não jogando todos. Ele contra-argumentou dizendo que jogava todos sim, pois terminava os jogos de forma bem rápida.

    Não posso dizer muito sobre o Rapaduracast, pois faz tempo que não ouço. Não posso dizer que é um podcast descartável, pois já ouvi muito e já peguei boas dicas de filmes lá. Então pelo menos há algum tempo atrás, era um podcast que eu gostava. Hoje em dia, acho que os caras estão com uma postura de não aceitar críticas e com alguns xiliques que não dá para aturar, o que é uma pena, pois de vez em quando tem bons participantes e uma pauta interessante.

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  6. Eu gosto do Rapaduracast.Acho que a forma descontraída com que falam de cinema me lembra realmente uma roda de cinema.Mas de vez em quando,essa postura de "minha opinião é a que vale e dane-se" me incomoda.Posso citar dois momentos: o xilique do Mau contra o Terminator Salvation e a prepotência do Siqueira no programa sobre o Thor.Gosto do estilo deles mas devo aditir que os melhores programas são os que tem o Afonso do RG,esse sim o melhor podcast de cinema da atualidade.

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  7. Minha opinião sobre isso está no BPM que sairá em breve =]
    Parabéns pelo texto, muito bem escrito e sóbrio.

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  8. Uma postagem como essa me ofende de várias formas. Porém, o ponto que mais me incomoda é o fato de alguém querer mudar/deturpar tudo aquilo que você defende pelo simples fato de querer polemizar ou "causar na internet".

    Primeiro…

    Eu tenho acesso a sessões exclusivas para imprensa porque enfim esse é o meu trabalho. Não só isso, eu tenho acesso gratuito a todos os cinemas da minha cidade (e de algumas redes no Brasil inteiro). Trabalhei muito para conseguir chegar nesse patamar. O Cinema com Rapadura não tem mais de 8 anos toa e nem o RapaduraCast tem mais de 5 anos a toa.

    Segundo…

    Onde eu demonizo o compartilhamento? Eu sou um filho da geração de compartilhamento de arquivo. Já baixei séries, filmes, músicas, programas e etc. Não sou diferente de muitos dos usuários da internet que possuem acesso e um pouco de conhecimento. O que eu defendo é bem simples: A EXPERIÊNCIA CINEMATOGRÁFICA. Simples assim! Eu acredito que assistir a um filmaço no cinema é melhor do que qualquer coisa. Aliás, até filme é ruim é melhor se assistido no cinema. As qualidades de se ver um filme nas telonas são intermináveis, e nem daria para falar todas aqui.

    Eu critico a pessoa que baixa um filme que nem estreou no Brasil (mas que vai estrear, inclusive com data programada e tudo) ou que está em cartaz nos cinemas por acreditar que, se realmente valer a pena, no cinema vai ser muito melhor. Eu, como formador de opinião, faço o papel de recomendar ou não produtos cinematográficos para os meus ouvintes/leitores. Eu conheço várias pessoas que baixam filmes de lançamentos só para dizer: "EU VI, VOCÊ NÃO VIU. SE FUDEU".

    Eu não demonizo o compartilhamento. O Brasil é gigantesco e nem todos os filmes chegam em todas as cidades. Como fica o João que mora em Petrópolis e não tem acesso? Não vejo nada contra ao cara baixar. Ou o Francisco que está sem grana e é fã de cinema, vai deixar de ver só pouco da ideologia? Não, mas cinema hoje tem possibilidades. Existem dias de promoção. Eu não acredito que quem tenha acesso a banda larga, computador, IPhone e etc… não tem condições de pagar 5 reais numa meia entrada em dia promocional (ou até menos).

    Porém, quando se tem acessibilidade e não vai assistir por pura birra mimada, aí sim está o erro. Tem gente que baixa filme a rodo porque quer, mesmo tendo condição de ver no cinema.

    Eu, como profissional que fomenta a indústria cinematográfica, sempre vou defender a ida ao cinema. Porém, isso não quer dizer que você precisa ver TODOS OS FILMES NO CINEMA. Eu já disse em várias edições do cast: "Olha, se você deixou de ver um FILMAÇO no cinema para ver em casa, numa tela de 30 polegadas, você perdeu. Simples assim". Quando eu falo em perda, falo em perda de experiência que é assistir a um filme épico e histórico pela primeira vez nos cinemas, como eu lembro de ter visto Jurassic Park, Matrix, Clube da Luta, Senhor dos Aneis, etc. Nada vai me fazer mudar de opinião em relação a alguém diga que assistir qualquer filme desses em casa é melhor do que no cinema.

    Eu critiquei o comportamento de muitas pessoas que viram Cisne Negro e Super 8 em casa (em sua maioria no computador), do que no cinema. Dizer que "se eu gostar, eu vejo no cinema" não justifica e não é a mesma coisa. A primeira experiência é indescritível.

    Para mim, cinema é uma coleção de experiências. Sou nostálgico por natureza.

    continua ->>

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    1. Jurandir, como lhe disse pelo twitter, você e o Rapadura terão, se desejar, um post de Direito de Resposta aqui no Blog. Caso desejar, faça o texto e me envie que eu publico, pois a ideia do blog é provocar o debate, sempre dando voz as partes.

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  9. Terceiro…

    Nunca fui contra o compartilhamento. Por exemplo, como eu assistiria a todos os filmes do Hayao Miyazaki se não fosse baixando? Nem todos os filmes dele estão disponíveis em DVD (acho 2 ou 3). É inevitável. Uns dos benefícios da internet é poder ter acesso a esse tipo de conteúdo. Já que não tem jeito por meios legais, por que não?

    Quarto…

    O seu comentario do uso do AVATAR de O Rei Leão foi tão ridículo, que não merece replico. Sério, reveja seu pensamento, ele está em sua maioria equivocado.

    ===

    Se você se diz ouvinte do RapaduraCast, vai saber que já falei de tudo isso. Já repeti isso milhares de vezes. Porém, algumas pessoas possuem ouvido seletivo e escutam apenas o que querem. E isso é uma pena, pois mostra que nem sempre as pessoas entendem o que você fala ou que você acredita.

    Se a pessoa prefere perder uma experiência cinematográfica QUE EU ACHO que vale a pena ser experienciada, só posso ficar triste e lamentar, pois desejo sempre o melhor para os ouvintes e os que acompanham o nosso trabalho.

    Sobre a pirataria em games, eu falei tudo que queria sobre o assunto no @99vidas 17 – Pirataria de games no Brasil. Se achar que vale a pena ouvir, sinta-se a vontade.

    Sem mais.

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    1. Sou ouvinte e já percebi as mesmas coisas citadas pelo autor do post. Você como uma pessoa pública, deve aceitar as críticas...

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    2. Jurandir,
      não é isso que você fala de vez em quando nos seus casts. Se desejar eu procuro em todos os episódios as falas em que, pra mim, você demoniza o download gratuito. Sobre o avatar, tem a mesma lógica: você está se apropriando de material de direitos autorais de terceiro.

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  10. E só mais uma coisa que não pode deixar passar batido, a pessoa que trabalha com internet (eu), consome tudo pela internet (eu), tem a vida focada nos meios relacionados a internet (eu) .... É IMPOSSÍVEL ser a favor da SOPA/PIPA. Não deveria nem responder isso, porque é TÃO ÓBVIO que me ofende mais ainda um colocação como essa. Beira a estupidez.

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    1. Aparentemente o autor do texto deturpou tudo o que você fala nos cast.

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    2. ele não deturpou nada, seu alienado. ele mostrou o que vcs não conseguem ver, pois sofreram lavagem cerebral.

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    3. Curioso. Então se discordam de você é porque sofreram lavagem cerebral?

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    4. Juras, ouço o Rapadura desde o inicio, estou contigo. essa galera ai morre de inveja, torço pelo seu sucesso.

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    5. Jurandir,
      eu não falei que você apoia o SOPA/PIPA, mas sim que essa forma de pensar é utilizada pelos lobbystas.

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    6. É simplesmente ridículo o post. A todo momento se volta ao lado financeiro do site. Não tem conhecimento de causa, já ouvi todos os rapaduracast e é bem clara a opinião dos participantes em defender a experiencia cinematográfica.
      É pretensioso e muito pessoal.
      Que debate você quer abrir? "Vamos debater o comportamento de Jurandyr Filho". É isso mesmo? Você gastou seu tempo pra incitar um pensamento negativo em cima de outra pessoa? Ou seu real motivo é também, de alguma maneira, chamar a atenção pra seu blog esquecido e TAMBÉM monetiza-lo?

      Na boa, você e quem concorda com seu post deveriam repensar sobre o que estão apoiando.

      Ps.: "ele não deturpou nada, seu alienado. ele mostrou o que vcs não conseguem ver, pois sofreram lavagem cerebral." Só rindo mesmo. Rapaduracast virou a Tv Globo!!!

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    7. Em relação ao tema citado na redação do Pablo Grilo devo dizer que não concordo com várias coisas.Acredito que ele se equivocou ou entendeu errado alguma coisa que o Jurandir Filho falou. Eu nunca vi o Jurandir falar em nenhum podcast para as pessoas não baixarem filmes, eu já vi ele falando que prefere ver filmes no cinema.Porém, devo criticar o Cinema com Rapadura em vários aspectos, que cito abaixo:

      - Se o Jurandir e a equipe do Rapadura julgam-se "profissionais de cinema" como o Jurandir falou em sua resposta, acredito que eles deveriam estudar e ver mais filmes, porque é imensa a quantidade de besteiras que são faladas no podcast deles, ou em alguns artigos que fazem.

      - Aprender ouvir criticas e saber aproveitar o melhor delas é uma coisa que Jurandir Filho e sua equipe com certeza não sabe fazer.Me lembro de ter brincado com o Mauricio Saldanha certa vez quando ele fazia o Cabine Celular, comentei em um dos videos que ele só chorava em todos os filmes, fui bloqueado do canal do Cabine Celular(???).Já reclamei certa vez devido a demora em postar os podcasts e a falta de compromisso com os ouvintes.Já que na época o podcast deveria ser lançado toda sexta-feira e sempre atrasava sem motivos.Hoje em dia, eles têm 2 podcasts semanais e continuam atrasando, mostrando assim, uma falta de profissionalismo imenso por parte de Jurandir e sua equipe.

      Acredito que se Jurandir e o Rapadura quiserem ser respeitados como profissionais devem agir como tais.Essa é minha critica.Espero que alguém do Rapadura leia e entenda o que eu quis dizer.

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  11. Concordo com o Jurandir em vários aspectos.
    Vivemos num momento de fomento cultural tão grande e próspero, algo que (na minha opinião) foi pelo compartilhamento de arquivos (que até onde eu sei não é crime). É fato que vivemos numa sociedade de hipócritas, aonde os mesmos que riram de "cadê Luiza" são os mesmos que criticam depois.
    No mais, se for possível, a internet e o mundo é o lar de muitas opiniões e credos, tentar entender é melhor que julgar. Não é uma crítica, por que o artigo em questão me fez repensar sobre o assunto. Só tenta não fazer de forma tão pessoal da próxima vez. Pega mal.

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    1. Você se refere que a minha escrita foi de forma passional? Se foi, discordo.

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  12. Tá, perai.

    Eu li o post, entendo e concordo com algumas partes - mas o problema não é fulano ou ciclano que tem ou não tem acesso a filmes ou tem problemas financeiros, é?

    Existe uma cultura aqui que não enxerga pirataria como roubo, simplesmente por ser desvinculado de algo físico. Muita dessa galera não entraria numa saraiva, esconderia um DVD no casaco e sairia da loja normalmente - mas isso pela net. Por que? Principalmente gente que tem condição de pagar, insiste em pegar "de graça".
    Essa cultura, na minha opinião, precisa sim ser combatida. Não to falando que é pra ser santo e nunca baixar nada não, mas vc viu o filme e gostou? Prestigie comprando o original.

    E a indústria tem sim que se atualizar e oferecer um serviço no minimo igual ao pirata (downloads na hora, boa velocidade, dual audio e legendas - é o minimo. Eles tem isso nos DVDs/BDs, pq não tem nos arquivos digitais?).

    Enfim, acho que o importante é conscientizar. Vc quer guardar? Vamo comprar. Ah, vc nao disponivel/nao tem dinheiro/nao tem acesso? Ai sim, perai, temos um jeitinho... Pelo menos pega menos mal né? Coisa bem rídicula é gente pagando 2 mil no iphone, e me falando que app de 2 dolares "são muito caras" Tá economizando no lugar errado, amigão.

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    1. Sula,
      o compartilhamento de conteúdo pela internet não é errado, pelo contrário, o acesso ao conhecimento é a maior arma que conseguimos com a internet. Como o próprio nome do post diz, o que importa não é baixar o último filme do Spielberg, mas sim o primeiro.

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  13. Tudo bem que às vezes o Mau, o Jurandir podem falar alguma coisa com que eu não concordo, isso é opinião, mas nesse quesito, acho que o Pablo está completamente equivocado.

    Acompanho o Rapadura Cast desde o seu início e sei bem que o Jurandir não é contra esse tipo de compartilhamento porque ele já discutiu isso em muitos casts (se eu não me engano o de Pirataria, entre outros). E já falou abertamente sobre pessoas que moram em lugares distantes que não tem cinema que tem que baixar o conteúdo, ou mesmo quem não tem condição.
    O que ele é contra (e isso ele, Mau e o Thiago falam abertamente)é quem tem como ir ao cinema mas troca a experiência por um filme pirata ou baixado só pra ver primeiro que os outros. Isso ele critica várias vezes, o fato das pessoas preterirem a experiência de ver um filme da melhor forma pra contar vantagem frente outros! Acho que você, Pablo, está com uma idéia errada do pensamento só porque deve ter ouvido meia dúzia de programas e já achar que sabe tudo que passa neles. Não precisa ouvir tudo, mas também não vai achando que está livre de erros.
    Senão entenderia como é o Jurandir nos casts e os eventuais chiliques do Mau.
    E se tá reclamando do avatar do Rei Leão, cara, tu tem que processar todo mundo que usa avatar de filme, e eu digo que é quase todo mundo que usa internet, meu filho. Completamente sem fundamento essa parte da crítica!

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    1. Eu não ouvi 1, 2 ou 3 episódios para chegar a essa conclusão. Bom, acho que terei que catar todos os exemplos nos diversos episódios em que, pra mim e pra muita gente que concorda comigo, ele demoniza o download de conteúdo, não é?

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  14. Inveja é foda viu.
    Só te digo uma coisa Pablo Grilo,se tu acha que escrevendo post um tanto absurdo como esse,tu vai chegar aos pés de quem trabalha no cinema com rapadura,tu tá bem enganado filho.

    E outra coisa "Avatar do Rei leão?",se tu quer ter uma opinião que seja levado á sério,use conceitos válidos.

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    1. Eu não preciso escrever isso pra trabalhar com cinema. Eu trabalho com audiovisual desde que me formei na faculdade de cinema. Muito menos eu preciso escrever isso pra chegar aos pés de fulano ou sicrano, você não entendeu a proposta do post, que foi provocar o debate.
      Sobre o Avatar, se apropriar de obras de terceiro ainda assim é se apropriar.

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  15. sem fundamento é esse cinemacomrapadura que fica influenciando a mente da galera pra lucrar, isso é errado e o anonymousBR já tomou conhecimento desse fato, em breve a justiça será feita, pq é gente assim que fomenta PIPA/SOPA

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    1. Pô cara, então processa todos os blogueiros que postam artigos pra influenciar leitores e atrair propaganda pra lucrar!!! Não é do que vive um blog??
      Bem cara daqueles que são contra tudo...você nem escuta o cast, o que pode saber a respeito? Opinião só tem fundamento por quem conhece. Por isso essa coisa absurda de avatar...

      Onde é tua banca de dvds piratas???

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    2. @Portal,
      eu não disse que o Jurandir apoia a SOPA/PIPA, mas sim que esse tipo de pensamento só a fortalece.

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    3. Como assim, o anonymousBR tomou conhecimento do quê? Só se for da sua total parcialidade.

      Como você pode dizer que o Cinema com Rapadura vá contra os interesses desse grupo, um grupo que prega a liberdade e a honestidade, por acaso, foi quando eles incentivaram a ida ao cinema, foi quando eles incentivaram a compra justa de material original, não consigo te entender rapaz. Em nenhum momento eles foram a favor dessa lei ridícula - PIPA/SOPA - pelo contrário, até fizeram um post falando sobre suas consequências. Fico triste que há gente que pensa de uma maneira tão infantil.

      Espero que o Cinema com Rapadura não tenha ficado fora do ar pelas mãos do anonymousBR, porque se isso foi feito, a partir deste momento me recuso a partilhar dos mesmos ideais de um grupo que foi criado justamente para acabar com este tipo de injustiça.

      @MarceloPMendes

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  16. A única coisa q eu consigo ler nessa postagem é "sou a favor da pirataria". Texto com uma demagogia barata, defendendo algo "justo" e atacando os "malvados" que só querem lucrar e ferrar a população. Só vejo agora as pessoas querendo aproveitar de um tema atual para encaixar um texto cuja mensagem está mais prolixa do que ele quer passar. De repente todo mundo virou anônimo né.. engraçado isso. Agora eu vi q os Anonymous divulgaram o endereço do diretor do FBI, do telefone e emails dele e todos da família dele.... pq então não dão um tiro na cabeça de cada membro da família dele, pq é isso q vai acontecer.. e quem vai se sentir culpado por isso qdo essa fatalidade acontecer. Eu? Você? Só pq ele cumpriu ordens e retirou o acesso pirata de várias coisas.. Realmente, não gosto da forma como está esse projeto da SOPA e PIPA, mas todos tem o direito de proteger o material que produz. Só critico mesmo o q essas produtoras estão fazendo ad forma errada de divulgar todos esses materiais cinematográficos q permitem q a pirataria se beneficie deles. A Steam, produtora independente de games online, é o melhor exemplo do q deveria ser feito, pois consegue divulgar seus produtos de uma forma tão boa q a pirataria não tem vez com elas. A distribuição de filmes é injusta sim, concordo plenamente, mas deve-se criticar tb quem está envolvido na criação de salas de cinemas das regiões mais pobres, nas empresas donas de cinemas, no governo q não dá infraestrutura para q atenda as necessidades da população... O foco das críticas deveria ser outro, isso sim. OBS: Sou pobre sim, mas faço questão de ir no cinema qdo possível... não há sensação melhor no mundo do q ir lá ver um filme acompanhado de pessoas que compartilham o mesmo sentimento. E sim, eu ainda guardo a minha tv 10" polegadas preto e branco e vejo filmes da TV nela.

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    1. Onde que você viu que eu sou demagogo? Vamos lá, cite um exemplo.
      Sobre lucrar, você não leu que eu escrevi que: "nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal"
      Sobre o prolixo, cite um exemplo, vamos lá.

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    2. Comentário parte 1
      Sua prolixidade são os argumentos que você usa para criticar o Jurandir Filho pois este condena o compartilhamento de conteúdo e ele cita as fontes legais que deveriam ser usados. Não sou amigo do Jurandir Filho, discordo dele de mta coisa, nunca falei com ele, e ouço de vez em quando o rapadura cast... Não consigo escutar o rapadura Plus. O q eu vi foi você usando em suas críticas uma parte da discussão e tornou ela global. A crítica em torno do compartilhamento é de quem tem acesso ao material original, mas mesmo assim prefere usar material pirata. Se a crítica não foi tendenciosa, ela não apresentou todos os fatos, ou seja, tentou induzir o leitor com uma meia verdade.
      Ele usa os áudios recortados para por no podcast e não paga direitos autorais para isso? Os casts que são pagos pela distribuidora, não precisamos discutir isso né. Mas e quanto à questão dos que não foram pagos? Ora, mas se nem a Legislação Brasileira se define sobre isso (vc sabe q existe a regra dos 30 segundos né, q ninguém sabe se é válida ou nao), nem a Suprema Corte dos EUA q vive confusa com o tema, vc critica algo se nem sabe direito o q acontece de verdade.... Todos que mexem com podcast seriamente sabem dessa discussão, e vc quer mostrar uma verdade a quem? aos leitores q nao sabem disso? por mim vc está jogando o problema aos leitores, e mostrar q os podcasters sao culpados.. Então q fechem todos os podcasts e rádios q usam músicas em seus trechos e vinhetas, se isso resolve o seu problema, pq eles tb estao cometendo crimes...
      e a discussão da imagem do Rei Leao é tão idiota q nem merece o tempo de comentar algo.
      Outra crítica...Vc fala q o comportamento do Jurandir está errado pq o compartilhamento é importante pois beneficia quem não tem acesso à salas de cinema, e que não adianta o Jurandir continuar com esse mote, pq o compartilhamento vai continuar existindo. Ora, então a culpa do desemprego no Brasil é do Jurandir? o da fome é culpa dele tb? A culpa é do governo q não está ajudando, não dá infraestrutura, nao dá emprego, saúde (estou sendo demagogo q nem vc) das grandes empresas q poderiam ajudar mais, e pq vc não critica elas Tb? E estou te imitando, pq vc só comenta fazendo perguntas. E pq comenta só as minhas críticas?... pq não comentou os pontos positivos do meu ponto de vista, então? Pq vc não critica as causas socias, e os problemas de impostos q não permitem que um filme seja bem distribuído.... não vi vc discutir isso...

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    3. Comentário parte 2
      Jurandir comete erros em suas opiniões... comete muitos, e muitas vezes eu critico ele. Mas não significa, que a forma que ele está trabalhando ou à causa que ele está defendendo esteja errada. Ele tem a visão romantica dele de como apreciar o cinema, e vc tem a sua romântica de como ele deveria se comportar... O que eu vejo é uma divergência de opiniões, e diferentes pontos de vista, mas ao contrário do q você só mostrou superficialmente da opinião dele, parece q só a sua visão é totalmente correta, não tem falhas, e vc agora não está sabendo lidar com as críticas, fato q para mim sustenta quem está fazendo demagogia aqui. Se vc aceita críticas, leias e as entenda.
      E esse seu PS foi uma mensagem direta para a demagogia. Eu concordo com o que o Jurandir diz nesse caso, q se a pessoa tem a chance de ir no cinema, que vá ao invés de ficar na sala, pq nada vai reproduzir a sensação do cinema, nem PC, nem Home Theater nem nada disso.... e eu não apoio a PIPA nem a SOPA. O que eu apoio é que todo criador tem o direito de proteger o seu produto, mas que saiba criar um melhor modelo de distribuição. Aqui no Brasil, tem o problema do IOF que deixa os produtos importados muito caros... então porque você não critica eles? Ou pq vc não usa o modelo da Steam, a qual é um sucesso e vc ignorou pq não deve saber o q acontece, no qual acontece com sucesso o combate na distribuição de uma produtora contra a pirataria. A forma de se combater a pirataria é criar um modelo que dê mais vantagens que o produto pirata, e eu não vi em nenhum momento você comentar sobre isso...
      Essas são minhas críticas, e não duvido q vc vá responder com mais perguntas, ou ficar bravinho. Se vc não entende esse ponto de vista, está fazendo o q escrevendo críticas em um blog? Tem q saber aceitar críticas ora bolas, por mais pesadas q sejam. E eu só escrevi esse mega comentário pq fui desafiado, por isso espero q fique satisfeito com essas criticas.

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  17. Uma coisa que acabei nem comentando mas que o Jurandir já falou os pontos em que concordo com ele e só quero acrescentar é que,como você mesmo disse o Rapaduracast e o portal cinema com Rapadura são o trabalho dele. Ele vive de anunciantes. Você,se fosse dono de alguma distribuidora/rede de cinea iria anunciar em um veículo de comunicação onde o próprio apresentador fosse a favor de piratear seus produtos? acho que não né?Sobre baixar ou não, uma coisa é fato: tudo mundo que usa a internet baixa filmes,músicas,animes etc.O ponto em que concordo com o Jurandir é que, se a pessoa realmente não tem condições de assistir ao filme no cinema,seja por não existir cinemas na cidade ou por falta de condições financeiras,pode baixar sem culpa(se é que alguém tem) agora o que já vi muitas vezes é,a pessoa poder ir no cinema.mas preferir baixar/comprar na barraquinha só pra dizer: olha, eu já vi e você ainda não.ou "Você é besta de pagar vinte contos no cinema...eu paguei 5" aí é aquela versão onde não dá pra ver nada da imagem.
    E uma coisa ninguém contesta: Nem o melhor blu-ray, com a imagem mais cheia de lero leros substitui a ida ao Cinema.

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    1. Você leu o que eu escrevi no texto?

      "nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal"

      Concordo sobre a ida ao cinema, mas não se pode desmoralizar aquele que não tem acesso, que o Jurandir já fez isso por vezes em alguns episódios.

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    2. Pessoas cometem erros. No seu texto você dá a impressão de jogar esses erros do Jurandir em todo seu trabalho no podcast.

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  18. Cara, sério, não faz sentido essa sua posição. Se você se incomoda pelo fato do Cinema com Rapadura ser uma empresa e a consequente monetização, então você pode parar de usar a internet. Quem sabe até você criou um post mega polêmico pra aumentar o número de views da sua página e ganhar um dinheiro com isso, sei lá.
    Os grandes sites brasileiros são como empresas, e isso se reflete no dinheiro que eles ganham, mas muito mais no imenso trabalho que é feito pra botar tudo no ar. Ou você acha que um layout bonito é coisa que qualquer um sabe fazer? Ou então que um servidor decente é de graça? Até onde eu sei não existe nenhum Bolsa-Blogueiro - então esses sites tem sim que ganhar dinheiro. Acontece o mesmo com jornais, revistas e qualquer outra coisa - nem comunista trabalha de graça.
    Sobre a pirataria, o Jurandir tem um dever de incentivar as pessoas a irem ao cinema - imagino que seja um dos motivos pelos quais as redes dão essa oportunidade para os críticos: uma propaganda para as pessoas irem ao cinema - qual o problema disso?
    E se ele baixa ou não os diálogos do filme pra por no cast? O que isso muda? Ao contrário de muitas pessoas ele já foi ao cinema. Acho muito fácil criticar que ele baixa isso ou aquilo, mas imagino que é o mesmo tipo de pessoa que iria reclamar se o podcast não tivesse nenhum desses elementos.
    Por fim, acho que fostes muito infeliz e precisa rever as suas opiniões.
    Eu não tenho porque defender o Jurandir, ou até mesmo discordar de você por algum motivo pessoal, mas acho que quando uma pessoa/equipe/empresa faz um trabalho tão bacana pra promover, se não me engano, uma indústria da qual você faz parte (cineasta, certo?), as coisas devem ser analisadas com no mínimo mais respeito.

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    1. Você leu o que eu escrevi no texto?

      "nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal"

      Nenhum problema no Jurandir incentivar as pessoas a irem ao cinema, muito pelo contrário, eu só vejo problemas quando ele tenta desmoralizar as pessoas que não tem condições de ir por diversas questões.

      O que muda ele usar material de áudio de outros filmes no podcast dele? Ele está se apropriando de direito autoral de terceiro, como então cobrar o contrário dos ouvintes?

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    2. Ele não cobra. Ele incentiva a ida ao cinema.

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  19. Então... algumas palavrinhas só pra tentar amenizar o assunto.

    Não concordo com tudo que ouço nos podcasts e, pra quem é do meio, sabe que não são poucos os que escuto e comento.
    Já discordei inúmeras vezes de coisas que escutei no Rapaduracast e em outros, mas nem por isso saí atirando a torto e direito. Acho que, por mais bem intencionado que seja, este post é equivocado. No mínimo deselegante, como diria a Sandrinha.
    Pablo, creio que você é maior que isso, esse ataque gratuito me desaponta. Como você mesmo disse, como ouvinte sinto-me "amigo" de muitos podcasters, mas não convivo com nenhum deles fisicamente, portanto é de se esperar que essa amizade seja tomada de reservas e, raciocionando um pouco que seja, não dá pra "comprar" tudo que se ouve.
    Antes de chamar o podcaster de tendencioso, você acusa o ouvinte de ser influenciável... bom, se há os que se deixam levar pela indicações, alguma vantagem devem estar vendo nisso e, como diz o ditado, "cada cabeça é uma sentença". Tentar desmerecer a figura de outrem em prol de seu ponto de vista é muito gratuito, não entendi o por que disso.
    Entendo sim, o descontentamento com algumas posturas, sejam de Jurandir, Alexandre(s), Deive, Rafael, Fábio, Maicon, Gabriel, Eduardo(s), Angélica, Flavio(s), Bárbara, Maurício, Mario, ou quanto outros você quiser que eu liste aqui, mas exteriorizar isso, num post, em um blog... pra quê? A troco de quê?
    É o tipo de opinião que cabe em conversas com os mais íntimos, por skype, msn ou afins.
    .
    A luz do óbvio, fica claro que TODOS baixam conteúdo na internet, apenas não é lógico gravar com todas as letras em um podcast pago que você faz isso. Ponto.
    .
    Enfim, talvez nem devesse me intrometer nesse imbróglio, entrar em sua "casa" e vir cagar regra, mas sei lá... internet faz dessas coisas com a gente.
    Sair falando o que bem entende, a hora que bem entende parece ser um mal que acaba acometendo o internauta uma hora ou outra.
    Dessa vez, sou eu a vítima... e o carrasco.
    .
    No bad feelings.

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    1. E, pra complementar, mesmo que este post fosse sobre o cara mais insuportável da podosfera (sim, tem um que não suporto), sustentaria minhas palavras em todo seu teor. Considero o post em si um equívoco, pelo ataque, pura e simplesmente.

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    2. acredito que vc está equivocado.

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    3. o autor não atacou, apenas mostrou uma verdade quem ninguém quer admitir. esse é o brasil...

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    4. Ok, vamos nós... fazer algo que não faço há anos, discutir na internet.

      Elabore melhor para que possamos conversar.

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    5. veja bem, o que se discute aqui é o fato de pessoas como o jurandir incutar nas pessoas o sentimento de que estão fazendo algo absurdo quando baixam um filme ou escutam uma música, essas pessoas deveriam comprar esses produtos e de preferência pelos seus anúncios...(é aí que se percebe a índole do sujeito).
      não é uma questão de ser contra ou a favor da pirataria, ela simplesmente está aí e não vai acabar mesmo que a lei PIPA/SOPA seja aprovada, o que se precisa entender é como a indústria ganhará dinheiro nesse novo paradigma. creio que o autor percebeu a astuta maneira que jurandir encontrou de vender seus produtos e corretamente tentou nos alertar, pois se aproveitar da inocência daqueles que o ouvem é uma filhadaputagem danada, com o perdão da palavra.

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    6. caramba cara.. como tem gente invejosa nesse mundo. q so critica os outros q nao faz nada q preste! olhe primeiro pra vc camarada! dps de flr dos outros.
      tenho pena de vc pablo. mto pena.

      JURAS.. continue com seu maravilhoso trabalho q vc está fazendo com o CCR. abraço!

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    7. Sério mesmo que este é seu argumento?
      Quantos Rapaduracast você já escutou?
      Quantas participações do Jurandir em outros podcasts você já escutou?
      E, acima de tudo, quantos podcasts que você conhece que têm links da Saraiva, Submarino e afins, astutamente?
      .
      Não sou uma pessoa viajada, mas se tivesse ido à Europa, por exemplo, diria a todas as pessoas que conheço que estar lá é melhor que ver fotos, vídeos e similares.
      Será que falando isso estaria menosprezando quem não foi? Estaria ridicuralizando quem só conhece por fotos?
      Acho que não tenho nenhum amigo besta a ponto de achar que estaria fazendo isso.
      Interpretação é tudo... se a pessoa se sentir ofendida pelo que foi dito, além de ficar na defesa, vai ser um parto para fazê-la mudar de opinião. Quem se deixa influenciar da maneira como você está dizendo, tem muito que aprender na vida.
      .
      Portal Ipiaú... não achei referência, até o momento sinto-me discutindo com um anônimo. Seguiremos assim?

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    8. @Kio,
      sem problemas de discordar de mim. A ideia do post é provocar o debate, seja bem vindo, todos aqui terão direito ao contraditório. Olha, primeiro, não foi ataque, e segundo, não foi gratuito. Como disse, a ideia é provocar a reflexão daquilo que tenho visto e acho errado, equivocado. A forma como o Jurandir fala, por vezes, eu sinto (e parece que outras pessoas também) desmerece quem baixa conteúdo pela internet, e ele tem responsabilidade, pois fala ao Brasil inteiro. Minha critica não foi ataque, e sim uma crítica ao seu comportamento.

      @Dude
      Inveja? Não se pode criticar alguém que é inveja?

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    9. Entendo, Pablo.
      .
      E isso não seria possível fazer focando no tema, que acho válido, ao invés de focar na pessoa?
      .
      Escolher o Jurandir como "boi de piranha" me pareceu desnecessário. Mas até aí, que me perdoem, tenho minhas suspeitas do que tenha motivado isso. Suspeitas essas que prefiro guardar pra mim, então não prosseguirei no assunto.
      .
      É uma pena que não tenha tido sucesso na argumentação com o Portal. Alguns favoráveis ao seu texto mais estão prejudicando do que ajudando.

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    10. O Jurandir não foi boi de piranha, nem nada do tipo, Kio. Ele tem responsabilidade na podosfera, pois é um grande comunicador que fala ao Brasil inteiro.

      Se assim desejar, pode colocar as suas suspeitas aqui que não será censurado e muito menos levado para o lado pessoal, estamos debatendo, e os lados tem direito a pensar diferente.

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    11. Agradeço, Pablo, mas vou encerrando meus pitacos por aqui.
      Espero que algo de bom venha dessa postagem, mesmo não concordando com o método, a discussão é válida.
      Abraço.

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  20. Este comentário foi removido pelo autor.

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  21. Concordo plenamente com você Kio, achei as críticas muito mal embasadas.

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    1. acorda pra vida, meu filho. pelo amor de deus. que povinho. pqp! se liberta!

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    2. Bom... parece que ficamos nessa mesmo, pelo jeito. Fiquei esperando 40 minutos por uma resposta sua e você me sai com essa, em resposta quase automática ao Arthur.
      .
      Teria que contar com um mínimo de sua credibilidade pra continuar a discussão.
      Pra discutir com fake, prefiro ir dormir.
      Boa sorte no futuro, Portal Ipiaú (ou seja lá quem você for).

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    3. essa sua atitude que me fez recuar na nossa conversa, fake? anônimo? o preconceito dessas pessoas é inacreditável...

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    4. agora da pra entender porque o rapadura faz sucesso...

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    5. Opa, menti. Ainda não fui dormir.

      Vou tentar ser o mais brando possível, Portal, e usar suas palavras para deixar algumas dúvidas que, na minha ignorância, acabaram surgindo.

      "essa sua atitude me fez recuar" => Qual atitude? Argumentação?

      "o preconceito dessas pessoas é inacreditável" => Dessas pessoas quem? Não estávamos discutindo eu e você? E onde estou sendo preconceituoso? Por tudo que é mais sagrado, essa gostaria de saber, preconceito é foda pra ser tratado com leviandade.

      "agora da pra entender porque o rapadura faz sucesso" => Ponto pra você. Eu não saberia dizer o porquê. Será que tem alguma pegadinha nessa sua frase?

      E afinal de contas, quem é você? Como não usar palavras como "fake" e "anônimo" se você não se identifica? Pô, assim fica difícil levar a sério.

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    6. ouxi, pelo amor de deus. como assim quem sou eu? eu sou portal ipiaú, da mesma forma que vc é Kio, agora faz sentido eu desviar a conversa para ficar querendo saber quem é Kio? onde mora? é solteiro? idade? etc... isso é para desviar do assunto? pq foi o que ficou parecendo.

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    7. OK, respondeu (mal e porcamente) a última linha de questões.
      .
      Então voltemos ao assunto, que tal responder as outras questões que são mais importantes?

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    8. Sério, não entendi a sua reação a um comentário meu para outra pessoa (o Kio, que conheço há anos e sei que é uma pessoa muito honesta, então não está ligado com nenhum podcast nem nada, apenas deu sua opinião). Eu tenho que acordar pra vida só porque você não concorda comigo? Caramba, não sabia que sua opinião era tão definitiva assim...

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  22. Depois de ler tantos comentários um tanto quanto controversos e as vezes ofensivos me vi na obrigação em tentar transcrever meu ponto de vista:
    Primeiramente eu posso afirmar com 100% de certeza que o autor do artigo, caro Pablo Grilo como um cineasta não iria gostar de ver seu trabalho, sua fonte de renda, sendo deliberadamente baixadas a custo zero, iria? Sejamos imparciais agora mas, baixar conteúdos cuja a propriedade intelectual pertence a outrora e a menos que o detentor dos direitos o tenha disponibilizado livremente para download é de fato ilegal e ponto final. Se o Jurandir Filho baixar ele estará errado, se fulano menos favorecido financeiramente baixar estará tão errado quanto e por aí vai. Logo se o Jurandir defende isso em teus programas, como formador de opinião, como bem disse o autor do artigo, ele ao meu ver não esta fazendo nada de errado, ou estou enganado?
    Outro ponto que gostaria de comentar é o seguinte, o caro autor Pablo equivocadamente chamou alguns ouvintes de podcasts de problemático, sem amigos e carentes. É uma pena que ele pense dessa forma, pois talvez ele esteja perdendo bons conteúdos de diversos tipos onde, graças a pessoas como o Jurandir Filho, disponibilizam GRATUITAMENTE para qualquer pessoa que tenha interesse em ouvir e até onde eu sei, se trata de um trabalho e como todo trabalho há de se haver uma forma legal de lucrar, pois acredito que deve haver um custo para fazer o programa acontecer bem como, manter o site no ar. Ou seja, se ele cobra por anúncios, links patrocinados ou coisas parecidas tem algo de errado nisso? O BBB que você assiste em casa pela rede Globo funciona da mesma forma, com a diferença que a porcaria do Big Brother não lhe agrega nenhum conhecimento, já o pequeno programa RapaduraCast lhe trás todas as novidades sobre o mundo da 7ª arte, dicas de bons filmes, etc. Numa roda de amigos você fará muito mais diferença comentando o que ouviu no RapaduraCast do que o BBB que assistiu na Globo.
    Já que falamos de amigos, aproveito para comentar o ultimo ponto, qual é o problema em ter os caros participantes do cast como amigos? Eles podem não ser teus melhores amigos, seus vizinhos, ou colegas de trabalho os quais talvez você mantém contato pessoalmente e diariamente, mas se você usa a internet e é dessa geração virtual, não sei se essa é a maneira correta de chamar mas, você nunca fez amigos online? Ou já se perguntou se conhece todos os teus amigos no facebook presencialmente? Isso chama-se NETWORKING ou rede de relacionamento, o Jurandir, Mauricio, Thiago são pessoas, não maquinas, freqüentam eventos, e se você acha que conhece-los pode ser algo bacana, por que não?
    Bom, é isso pessoal! Espero que meu comentário sirva apenas como um amenizador de mi mi mi's, meu intuito aqui não foi criticar ou causar. Boa semana a todos!

    @thiagomelo

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    1. Thiago concordo com você, escuto rapaduracast a bastante tempo e não entendo a polêmica. Muitas vezes foi discutido no programa o acesso ou não aos filmes pela internet de forma nada demonizada. Outro fator é que escutamos o rapaducast por que queremos, e isso não implica em concordar com tudo no cast, como é sempre dito pelo Jurandir, até os próprios integrantes do cast não concordam, mas não é necessário atacar o trabalho do outro, apenas por que não aquiescemos à opinião. E por fim, qual o problema de considerar os participantes do rapaduracast amigos, numa era em que podemos trocar até a experiência de uma sala de cinema por uma tela de computador¿ Da mesma forma que alguns não têm acesso ao cinema em suas cidade, outros não têm muitos amigos fãs de cinema e encontrar pessoas como jurandir, Mau, Juca, Thiago e toda a comunidade que curte o rapadura é, também,acessar a algo que não teria se não fosse a internet.

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    2. @ThiagoMello
      Thiago, eu não reduzi o trabalho do Jurandir, pelo contrário, você não leu que eu escrevi: "nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal"
      Não, Thiago, compartilhar conteúdo pela internet contanto que seja para uso pessoal não é ilegal.
      A meu ver, o Jurandir está errado pois, como formador de opinião, ele tem responsabilidades com todos os seres rapadurianos, portanto, não se pode demonizar talvez a única forma de acesso de algumas pessoas aos filmes.
      Você não entendeu, eu não estou chamando todos os ouvintes de podcasts de problemáticos, mas inventariando a hipótese de que alguns sejam. Eu não estou criticando os ouvintes por se sentirem amigos dos podcasters, pelo contrário, é através da impressão de realidade que surge a responsabilidade dos grandes comunicadores.

      @Sabrina,
      Não estou atacando o trabalho de ninguém, mas sim criticando. Se a pessoa se expõe pela internet, é normal ela ter de aceitar críticas. Eu estou me expondo e aceitando as criticas de quem não concorda comigo.
      Onde que eu critico os participantes do rapadura como amigos? Releia o texto, por favor. Estou criticando é que o Jurandir, assim como os grandes podcasters tem responsabilidades com os seus ouvintes por serem grandes comunicadores.

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    3. Caro autor do post, você realmente acredita que o que escreveu foi pra abrir discussão sobre o assunto ou está se convencendo disso?
      Você responde as criticas sempre com a mesma citação: "nada mais justo e legítimo do que ele ter acesso a cabine de imprensa e tentar maneiras diversas de monetizar o seu site e podcast semanal", pois foi a única vez em que elogiou o "acusado".

      E outra: DE ONDE, ME DIGA, DE ONDE VOCÊ TIROU QUE O JURANDIR DEMONIZA O DOWNLOAD?
      Sério, acusar sem provas e ainda usar desculpa de "abrir discussão" me parece mais um ataque pessoal que qualquer outra coisa.

      Você fala de responsabilidade sendo uma pessoa de influencia na internet e está se esquecendo de sua responsabilidade também tornando público uma opinião sua.

      Ps.: não se iluda com o apoio dos trholl da internet que vem aqui defender e te colocar no alto, pois eles realmente naõ sabem do que você está falando. Há muita gente nesse país que é simplesmente contra o sucesso alheio e que, na primeira oportunidade, jogam pedras.



      Responsabilidade, meu caro...

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  23. Guerrilheiro de Facebook eh uma alcunha que cai bem ao autor deste post.

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    1. Guerrilheiro de Facebook?
      Bom, se não está disposto a debater e sim a trollar, melhor não participar da conversa, concorda?

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    2. Discussao? Pra mim eh ponto pacifico.Voce inventou um fato e quis faturar midia com ele, como 'cineasta' ou aspirante a tal deveria ver os direitos autorais com uma visao mais pragmatica e menos guerrilheira.

      O que funciona nesse mundo eh $$ , essa eh a motivacao , pode me chamar de Marxista ou o que quer que seja mas duvido que voce trabalhe de graca.

      Portanto mantenho o que disse nobre Guerrilheiro.

      Viva a revolucao dos comunistinhas do facebook!

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  24. e ele ainda nega no twitter que seja a favor do PIPA/SOPA. é um cara de pau!

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  25. Com as palavras do Prof Tulio Vianna:

    "Sob o pretexto de se tutelar os “direitos de autor”, o combate à pirataria é tão-somente um instrumento de reafirmação da velha ideologia da “propriedade intelectual”, única capaz de legitimar o monopólio do direito de cópia dos detentores dos meios de produção.
    O monopólio do direito de cópia (copyright), longe de tutelar os direitos do autor, é contrário a seu interesse de maior divulgação possível da obra. O que garante aos autores a remuneração por seu trabalho não é o monopólio do direito de cópia, mas a alienação deste trabalho aos detentores dos meios de produção que irão consubstanciá-lo em meio físico e vendê-lo no livre mercado. Pouco importa ao autor a ausência de escassez da obra em meio digital, ou mesmo se uma única ou uma dezena de empresas irá produzir seu trabalho em meio tangível, pois sua remuneração depende tão-somente da venda da obra materializada.
    A livre divulgação da obra em meio digital é extremamente interessante ao autor, pois lhe permite uma visibilidade muito maior, dando-lhe prestígio e valorizando-o como profissional no mercado. É este prestígio social que lhe garantirá a oferta de novos trabalhos na forma de palestras, shows, trabalhos por encomenda e outras atividades que
    indiretamente também remunerarão seu trabalho intelectual."

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  26. Eu não acredito que o Jurandir Seja a favor do Sopa/Pipa,muito menos o seu pensamento de Lobbista,cujo pensamento é só uma coisa : Proibir tais atos para aumentar seu lucro liquido.NADA MAIS QUE ISSO.
    O pensamento de quem trabalha com internet deve ser total repugnando tais leis.
    Não concordo quando vc diz que ele demoniza e até cito um exemplo,quando no Rapaduracast Resumão 2011(Se não me engano),o jurandir começa a falar dos filmes que vão recomendar ele diz : "Galera que já Baixou os filmes do Oscar,não é ainda esse Programa para você'
    No tom de ironia ele fala que como os filmes do Oscar chegam atrasados ele percebe que a galera baixa para ficar atualizada com isso(confesso que faço o mesmo).
    O que você acha que ele demoniza diria que ele Prefere dizer aos seus ouvintes que a experiencia Cinematrográfica é melhor do que vc assistir numa tela de Tv (o que é verdade).
    Eu assisto muita coisa no cinema ,confesso que não dá para ver tudo,tanto questão de tempo e financeira,mas baixo alguns filmes que gostaria de ver e se gosto adquiro eles não importa quando ou como (Caso recente de Cassino de Martin Scorcese,que baixei, não tive a experiencia cinematrográfica ,mas tive a experiencia da história fantastica e direção Primorosa de Scorcese,depois adquiri o BluRay).
    A experiencia cinematrográfica é primorosa mas não é para nós a vezes acessiveis,mas sempre que vimos um filme no cinema primeiramente ele fica mais na memória do que um filme Baixado/Comprado.
    Resumindo Demonizar é uma palavra forte,mas respeito seu ponto de vista,menos a parte de imagens de terceiros pois se
    fosse seguida totalmente a risca,Estariamos todos sendo
    processados por Copyright inclusive o Jurandir filho,no caso quem vc diz que demoniza o compartilhamento.

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  27. --- comentário 1/3 ---

    Cheguei à esse blog depois de ver uma discussão entre o autor dessa postagem e o Jurandir Filho.

    Depois de tomar conhecimento do que se tratava, li todo o texto e estou perplexo com como tanta besteira controversa e totalmente falaciosa dita à respeito de uma pessoa pode influenciar as massas manipuláveis.

    Escuto o RapaduraCast desde o seu primeiro episódio e acompanho o portal Cinema com Rapadura a mais tempo ainda.
    SIM! A sensação de estar em uma roda de amigos é inevitável quando você começa escutar o RapaduraCast e não para mais.
    NÃO! Eu não estou me sentindo carente de amizades ou qualquer outro tipo de relação pessoal.
    De fato, eu não concordo com muita coisa que o Juras ou algum outro membro do cast diz.
    Mas os argumentos que li aqui nessa postagem foram, no mínimo, falaciosos.
    Como disse, escuto o RapaduraCast desde seu nascimento, e se tem uma coisa que o ouvinte começa a ser capaz de compreender quando passa tanto tempo assim em "contato" com um grupo de pessoas (em especial o Jurandir Filho que esteve presente em todos os casts), é sobre as personalidades, opiniões e até mesmo, traços do caráter de cada um.

    O Jurandir Filho NUNCA se mostrou contra o compartilhamento de vídeos/filmes/músicas ou quaisquer outros tipos de conteúdo protegidos por direitos autorais.
    Nunca desdenhou um ouvinte que disse ter baixado um filme porque o mesmo não estreou em sua cidade ou simplesmente porque o custo do cinema é muito alto.
    O desdém dele (que inclusive compartilho do mesmo desdém) é para com aquelas pessoas que se acham descoladas porque baixaram e assistiram o filme antes do mesmo estrear. Gente que se achava o máximo por ter assistido antecipadamente a versão não finalizada de Wolverine Origens (que aliás, é uma merda mesmo depois de finalizado) que vazou meses antes da estreia MUNDIAL.

    O que o Sr. Pablo Grilo faz aqui nessa postagem e espera que o Jurandir e o Cinema com Rapadura faça também é uma coisinha nada bonitinha chamada de apologia à pirataria.

    É facílimo dizer que "não tenho culpa de estar disponível gratuitamente" quando não é o seu material que você produziu e gastou dinheiro para fazê-lo que está sendo distribuído livremente por aí. Isso nada mais é do que uma desculpa barata para piratear conteúdo.

    Meu pai foi criado em uma cidade onde se vc esquecer sua bicicleta na calçada de casa, no dia seguinte ela estará lá. Sabe porque, Sr. Pablo Grilo? Porque somente quem quer fazer apologia ao roubo é que diz que "não tenho culpa da bicicleta estar lá disponível de graça para eu pegar pra mim e não ter lojas de bicicleta na cidade".

    continua...

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  28. --- comentário 2/3 ---

    Sou desenvolvedor de software, contribuo com a implementação de muitos softwares gratuitos e de código aberto, sou usuário de sistemas Linux (atualmente uso Ubuntu), desenvolvo em plataforma livre, somente com tecnologias livres e detesto os sistemas operacionais da Microsoft. Não tem nenhum Windows que seja melhor do que o Ubuntu 11.04 que estou usando.
    Só que por outro lado, eu tenho consciência de que a Microsoft desenvolve o software dela com despesas que não se limitam em dar manutenção em um simples blog. É direito dela cobrar pelo software desenvolvido. E é o dever de cada um que tem uma cópia do Windows rodando que tenha pagado por essa cópia, pois a mesma não é gratuita e pirateá-la é sim um roubo assim como pegar a bicicleta de alguém que não a trancou sob sete chaves.
    Não vou ser hipócrita aqui não. Usei o Windows XP muitos anos antes de abandonar a Microsoft e passar a usar apenas plataformas Linux. Mas nunca comprei nenhuma licença.
    De fato, isso acontecia por conta de uma série de fatores. Entre eles, o meu poder aquisitivo na época de usuário Windows era baixíssimo e eu jamais teria dinheiro para comprar uma licença para usar esse sistema. Mas essa não é a principal razão. E lhe digo qual é. A principal razão que me impediria de ter uma licença paga do Windows estava justamente na minha cabeça. Afinal de contas, a minha cabeça ainda não tinha evoluído bem a ideia de que software e qualquer outro produto intelectual tem custo e, se for do interesse do proprietário, tem preço. E se tem preço, devemos pagar se quisermos ter.

    Se você leu meu comentário até aqui, à essa altura deve ter equivocadamente concluído sobre mim o seguinte: "então agora você não pirateia mais nada".
    Como disse, seria uma conclusão equivocada.
    A resposta é: Sim! Eu tenho sim conteúdos proprietários cujos donos não liberaram distribuição gratuita e que jamais paguei nenhum centavo para ter. Tenho seriados, tenho filmes, tenho músicas.
    O que me difere de você, Sr. Pablo Grilo, é que não me orgulho disso. Não acho certo ter todo esse conteúdo proprietário e não pagar por ele. Como lhe disse, sou desenvolvedor de software e, alguns deles, são proprietários e eu detestaria ver alguém usando um software meu sem pagar, quando eu esperaria receber pelo mesmo.

    Assim, aos poucos, vou mudando minha cabeça. Modelando-a para que eu consiga respeitar todos aqueles que produzem conteúdo intelectual. Nesse processo de crescimento pessoal, passei a baixar muito menos filmes. Hoje tenho centenas de DVDs e Blu-rays em minha coleção pessoal. Eu paguei por todos os softwares que utilizo atualmente e que não são de licença livre. Musicas ainda continuo sem pagar (estou crescendo aos poucos hehehe).

    É claro que realizar essa mudança de hábito exige mais do que uma maturação no modo de pensar. Exige poder aquisitivo. Há 5 anos atrás eu jamais estaria me vendo comprando DVDs e Blu-rays com tantas contas para pagar e tão pouco dinheiro para gastar. E deixo bem claro que não espero que todos façam isso. Eu tenho os pés no chão. Sei muito bem como é o país em que vivemos. Pessoalmente falando, minha namorada, eu e alguns amigos sempre realizamos diversas ações filantrópicas com o intuito de ajudar pessoas e famílias carentes aqui na Grande Goiânia. E vou lhe dizer: a situação financeira (e cultural) da grande maioria dos brasileiros é triste. Esse papo de respeitar direito intelectual e jamais piratear conteúdo proprietário seria uma afronta e até um desrespeito para com essas famílias. Afinal de contas, como dizer para uma família carente não adquirir conteúdo pirateado e gastar o dinheiro de um saco de arroz para comprar um DVD? Não tem como. Não há como julgar.

    Mas uma coisa é certa. Devemos ter em mente que a pirataria é algo errado. É algo tão errado quanto roubar uma bicicleta ou um carro de alguém que esqueceu de trancar. Por isso, fazer apologia à pirataria, como o Sr. Pablo Grilo sugere que o Jurandir deva fazer, é algo que não deveria ser esperado por alguém formador de opinião.

    continua...

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  29. --- comentário 3/3 ---

    Jurandir Filho não é contra o compartilhamento de arquivos. Não desdenha quem não tem condições financeiras de estar sempre indo ao cinema ou consumindo filmes de forma legal. Nem sequer se posiciona como um puritano que é contra pirataria. O que ele sempre fez foi incentivar os seus leitores e ouvintes (incluindo eu mesmo) ao consumo da melhor experiência cinematográfica possível. E por diversas vezes, ele lembrou das pessoas que vivem em lugares mais afastados dos grandes cinemas, onde os filmes não chegam, lembrou do alto preço dos ingressos praticados atualmente, lembrou dos vários problemas socioeconômicos que existem no Brasil e que inviabilizam a experiência cinematográfica para todos os cinéfilos.

    Acontece, que apologia à pirataria ele NÃO pode fazer. Ele cresceu intelectualmente o suficiente para entender isso. Para entender que o mundo é cheio de problemas, mas ele, como formador de opinião, não pode incentivar as pessoas a anarquizarem e fazerem a coisa errada. É como incentivar as famílias carentes a saquear supermercados cheios de comida, ou lojas cheias de eletrônicos, porque esses itens são de difícil acesso financeiramente falando.

    Se você for um jogador de video games deve saber que as empresas de jogos nunca tiveram interesse em traduzir jogos para o nosso idioma. Mas com o aquecimento da indústria de games no nosso país, diversas empresas já distribuem os seus novos jogos com o idioma português brasileiro. O fato é que qual seria o interesse de trabalhar com a tradução de games para um país que vive de pirataria? Nenhum. Mas como essa mentalidade vem sendo mudada pouco a pouco nos últimos anos, a coisa muda. Ganhamos força.

    O nosso país tem esse tanto de merda que tem porque via de regra, todo brasileiro quer escolher o caminho mais curto e o jeito de sempre se dar bem. Triste, mas verdadeiro.
    A mudança de uma nação não vai começar nos políticos que elegemos, mas no povo. Se o povo mudar, o país muda. Os impostos diminuem, a indústria se aquece, os preços abaixam.

    E para aqueles que dizem que o autor de obras intelectuais ganha com a pirataria (seja com o buzz, seja com divulgação ou outras maneiras), fica a minha humilde opinião: a decisão a respeito disso deveria caber ao autor e não às massas que pirateiam.

    Todos nós brasileiros temos todo o direito de expressar nossas opiniões a respeito de algum tema ou mesmo de alguma pessoa. Mas o que foi feito aqui não foi o exercício do direito de expressão, mas um ataque aberto e falacioso à uma pessoa, um portal.

    Não pretendo voltar aqui para dar sequência a essa discussão, pois a abertura desse post é voltada para a difamação de uma pessoa, que em especial, realiza um trabalho que admiro bastante (inclusive desde quando eu era o Sr. Pirateiro).

    Se uma nova postagem for aberta discutindo o assunto acerta da pirataria, pode ser que eu volte a comentar. Mas não irei comentar novamente um post difamando uma pessoa e um portal que respeito tanto.

    --- FIM ---

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    1. o cara usa Ubuntu e acha que é gente, me da pena. coitado.

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  30. As vezes eu também me incomodo com alguns comentários ignorantes que alguns participantes fazem como se fossem os donos da verdade (principalmente o host baiano), mas errar é humano. O podcast é bem legal e ensina bastante sobre cinema.

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    1. preconceito danado o desse pessoal do rapaduracast, não é à toa que estão sendo desmascarados agora.

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  31. Post desnecessário que estimula ofensas gratuítas e que não evolui em nada a "podosfera".

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    1. Nem fala, não vi muito propósito no post, não há nada que não fosse muito mais produtivo através de uma simples troca de alguns emails (desconsiderar essa parte caso o autor tenha tentado essa abordagem, mas como não indicou isso no texto...). Eu já escutei quase todos os programas e nunca reparei o Jurandir defendendo essa questão que está no texto. Mas como o autor diz que sim, mais interessante do que simplesmente apenas escrever sobre, seria o autor descrever em quais casts aonde ele entende que o fato ocorre.

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  32. Se o intuito do post fosse provocar a discussão sobre a responsabilidade dos podcasters, você não deveria direcionar a crítica apenas ao Jurandir Filho e ao RapaduraCast.

    Você perguntou para o Jurandir se ele gostaria que você citasse partes dos casts para comprovar a suposta demonização dos downloads. Pois eu respondo por ele: sim, eu gostaria. Aliás, você deveria. Caso contrário estará sendo anti-ético, não demostrando o embasamento de suas afirmações.

    Deixe-me, então refrescar a tua memória citando alguns Casts (infelizmente o site está fora do ar hoje e não tenho aqui disponível o RapaduraCast 69, que abordou especificamente a pirataria):

    1) RapaduraCast 85 - "Qual o papel das distribuidoras de filmes?". A partir do minuto 26, PH, Maurício Saldanha e Jurandir Filho comentam o atraso na chegada de filmes no Brasil e a distribuição limitada de alguns deles. Maurício Saldanha faz, então, o seguinte comentário: "Daí o joãozinho entra aqui e pergunta: isso não ajuda a pirataria?". A discussão segue por alguns minutos, sem que haja qualquer demonização.

    2)RapaduraCast 115 - "Papo de Cinema". Aos 25 minutos, Eduardo Sales, do Papo de Gordo, pergunta: "Algum de vocês tem filme pirata em casa?". Repare na resposta do Jurandir aos 26 minutos e 42 segundos: "Tem determinados filmes que não existem em DVD e você não encontra em lugar nenhum, a não ser na internet. Eu não vejo isso como pirataria. Se não disponibiliza para você comprar de alguma forma, existem outros meios para você achar esse filme. Essa parte eu não acho pirataria. Porém, existem pessoas que fazem questão de baixar filmes que ainda nem estrearam nos cinemas, já passou nos Estados Unidos, eles baixaram e tudo mais, aí o filme nem chegou no Brasil ainda e tem gente que baixa e assiste. Livre arbítrio, mas eu acho que o pior é aquela pessoa que assiste e se orgulha de ter assitido isso.". O Maurício Saldanha complementa dizendo não vê problema quando a iniciativa é individual, visto que o espectador pode ter fobia ou apenas birra com as salas de cinema. Para ele o problema ocorre quando o filme baixado para a ser distribuído. O debate ainda segue, refletindo sobre a experiência de ir no cinema. Mas uma vez, nenhuma demonização. O Jurandir levanta ainda nesse cast, o tempo que os filmes demoram para chegar no Brasil como um dos motivos para a pirataria. Além disso, ressalta que é um "tema muito abrangente" e que "cada caso é um caso". A discussão dura até os 31 minutos, mais ou menos.

    3) RapaduraCast 119 - "Papo de Cinema 2". Por volta dos 11 minutos começa uma crítica à pirataria. Mas aqui os participantes se referem ao comércio de DVDs piratas. Não ao usuário de internet que faz downloads. Ainda sim, aos 13 minutos fazem um crítica muito grande a propagantas anti-pirataria. Além disso, discorrem acerca dos preços das locadoras X preços dos DVDs piratas: "então o cara 'eu vou alugar para quê? prefiro comprar [o DVD pirata] e ficar o ele para sempre aqui'", Jurandir Filho, aos 15 minutos. Aos 16 minutos e 20 segundo, Jurandir afirma: "Eu parto pelo princípio que se você não tem acesso, isso não é pirataria".

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  33. Por esses trecho percebemos o seguinte:
    1 - Como cinéfilos, os membros do RapaduraCast valorizam a experiência de ir ao cinema, como não poderia deixar de ser.
    2 - São críticos à venda de DVDs piratas, no entanto, compreendem os motivos que levam a isso: custo dos DVD piratas X custo da locação, pouca distribuição de certos filmes, demora para estreias no Brasil.
    3 - Consideram que não é pirataria se você não tem acesso a obra (seja por estar fora de catálogo, porque não houve estréia no país, por questões sociais, por razões pessoais, por não haver cinema nas cidades, etc)
    4 - Criticam aqueles que tem acesso, tem condições financeiras e mesmo assim não só assistem filmes piratas como se vangloriam disso.

    Essas opiniões são reforçadas em vários Casts. As críticas que foram feitas em alguns programas mais recentes eram direcionadas para pessoas que baixam ou compram piratas de filmes novos que estreariam no Brasil, àqueles que teriam condições financeiras e acesso aos cinemas mas que, num imediatismo típico da geração fast-food, preferem assisti-los em seus computadores. Eles não estam criticando quem baixou Jules e Jim, mas sim quem baixou Super 8 ou Cisne Negro.

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  36. O que eu posso dizer dessa discussão? Simplesmente infantil e inconsequente.

    Acesso o RapaduraCast há um certo tempo, conheço seus integrantes e entendo a postura dos mesmos em relação ao que vem sendo discutido. Fico completamente constrangido com o que está havendo e o rumo que as discussões vem tomando.

    Consigo entender claramente a opinião do Jurandir em relação a experiência cinematográfica, e em nenhum momento fiquei ofendido por seus comentários, até mesmo porque, tudo o que foi dito estava correto. Não é certo, em hipótese alguma ferir os direitos autorais, e se isso tiver que ser feito, tudo bem, confesso que já cometi tais atos, e nada impede que venha cometer novamente, mas chegar ao ponto de defender essa prática, isso é um erro.

    Não entendo a que ponto quer chegar o...como se chama...lembrei, a que ponto quer chegar o Pablo.

    @MarceloPMendes

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    1. vc é estrume de vaca, meu jovem.

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    2. Eu poderia ser qualquer coisa suja, mas ainda sim, seria algo mais útil e respeitável que você, que não passa de um ser alienado que prega o desentendimento, a discórdia. Sinto pena de gente assim, e acredito que o Brasil possa melhorar sua educação, e com isso, privar muitas pessoas da inconsequência. Ser desprezível.

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  37. Quando leio o post e os comentários a favor do mesmo, as únicas coisas que consigo perceber são, pessoas mal intencionadas e sem argumento ou com objetivos mal esclarecidos. Gostaria que o autor esclarecesse melhor seu ponto de vista, pois o que, acredito eu, a maioria percebe é um texto ofensivo e de difícil compreensão.

    Me pergunto para que atacar um profissional que faz seu trabalho e acima de tudo expõe sua opinião pessoal. Mesmo que o Jurandir seja uma pessoa 'terrível', ele está a frente de uma equipe, então porque atacar diretamente ele?
    Como se atacar da forma que está sendo feita fosse resolver o problema que, de acordo com o texto, assola os 'rapadurianos' tornando-os escravos capitalistas sem cérebro e que tem medo de digitar o 'captcha' dos sites de transferência de arquivo por que 'o grande mestre Jurandir' diz que irão para o inferno se o fizerem.

    Pense comigo, você tem sua opinão, o Jurandir tem a opinião dele (Não estou discutindo qual opinião é correta), você percebe que suas opiniões são contrárias e o que faz? Resolve ataca-lo... isso se, pois o texto não deixa claro, você não está com o intuito de se promover pessoalmente.

    Quanto aos comentários a favor do texto, tenho a dizer que só me fizeram rir... pessoas sem capacidade de argumentação que acabam apelando para xingamentos do tipo "seu alienado que sofreu lavagem cerebral" ou "vc é estrume de vaca"... completamente hilário, mas que não passam seriedade nenhuma numa discussão, ou num debate como o autor do texto insiste em frisar.
    E também percebo pessoas que deturpam os reais objetivos do movimento Anonymous, inclusive só consigo ver que simplesmente 'orkutizam' esse movimento, não sinto que vou muito longe quando digo que elas talvez nem conheciam esse movimento a 3 meses atras ou se conheciam, sinto dizer que só fazem com que o movimento perca a credibilidade. Tirar do ar um site que é contrário ao que vocês 'acreditam' é o mesmo que aprovar o SOPA/PIPA.

    Espero que tudo se esclareça e saia daqui uma discussão mais adulta... pois não é essa imagem que tem passado.

    See you
    @felipevacao

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    1. Penso da mesma forma, todos deveriam pensar um pouco mais antes de comentarem.

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    2. Não estou atacando ninguém nem querendo me promover.
      O que eu proponho aqui é o debate acerca da falta de responsabilidade dos grandes podcasters, e peguei o Jurandir como exemplo.
      Ah, e se eu quisesse me promover, teria ad-sense aqui no blog, certo?

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    3. Para se promover, não necessariamente precisa se obter lucros financeiros.

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  38. Achei o texto de certa forma mal redigido e com uma rivalidade pessoal que não compreendo.
    Como podem perceber, é o único post do blog, claramente voltado para criar polêmica e chamar atenção para o mesmo.
    Escuto o Rapadura há anos e discordo de várias coisas que são faladas lá, mas a vida é assim, pessoas são assim, com pensamentos distintos.
    O que me incomoda, mas não me surpreende, é a falta de argumento e educação de quem defende o assunto pirataria.
    Não sou hipócrita, "consumo" produtos piratas, mas não sou louco de de dizer que estou certo ao me divertir com produtos de propriedade alheia sem recompensá-los financeiramente por isto. Entendo que estamos em um país atrasado, que não recebemos muito material bacana que sai nos USA, mas muita coisa temos aqui, como DVD´s na Americanas por R$ 12,00, mas que o povo prefere fazer download, pois gastar pra quê? Tá lá de "graça" né? De graça pra você, e pros estúdios que gastam 100, 200 milhões pra fazer um filme. Pros cinemas que compram os direitos de exibição?
    -Ah Sidney, mas você tá defendendo os grandes!
    OK!
    E como ficam os funcionários que trabalham no cinema?
    Os que trabalham em locadoras/distribuidoras de DVD/BD?

    Imagina se todo resolve baixar filmes e pronto?
    Como ficam? Perdem seus empregos certo?
    E se forem, seus pais? Irmãos?

    Bem, já falei demais.
    Faço uso dos downloads também, mas a hipocrisia de vcs me enoja.

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    1. Hipocrisia aonde, bicho?
      Estou criticando a falta de ética dos grandes podcasters,
      e coloquei o Jurandir como exemplo.
      E outra, você está mal-informado sobre o consumo de filmes e audiovisual em geral. Se ninguém quer pagar, porque o NetFlix está fazendo tanto sucesso por aqui?

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  39. Amigo não tem discussão, o que é errado é errado e o que é certo é certo. Não estou criando polêmica, só estou dizendo fatos. Eu baixo filme pela internet, séries e até HQs (sem falar em músicas) mas eu tenho o pleno conhecimento de que isso é errado. Se vc levanta uma bandeira dizendo que é certo e é isso mesmo, vc vira o errado. É questão de lógica, se vc tem contato com a indústria de entretenimento e faz propaganda para a pirataria, o que acha que vai acontecer?

    Não estou discutindo lados, só estou revelando fatos, como já disse. Nem tomo partidos, já que nunca escutei um rapaduracast. Achei o seu post indiscutivelmente longo e enfadonho, cheio de um moralismo afetado por uma necessidade de causar intriga.

    Se não gosta, não escute. Se não concorda, discuta. Se não apoia, não faça propaganda. E se não aceita, bem... Se não aceita, amadureça.

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    1. Aplique essa sua lógica então: se não gostou do post, não comente, simples assim. A coerência mandou um abraço.

      Eu não quis causar intriga, mas sim tentei instigar um debate, são coisas diferentes.

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  40. O entendimento é livre, de cada um. Cada cabeça pensa como quiser. Eu mesmo discordo da opinião, algumas vezes, dos integrantes do Rapaduracast, mas mesmo assim não deixo de escutar os podcasts. Acho esse texto do Pablo muito impertinente, desvirtuoso, e pessoal. Discordo quando ele ataca o Cinema com Rapadura, até porque esses ataques ao site são ridículos. Se quer fazer alguma coisa, vai pra cima dos "peixes grandes", cria um blog sobre cinema como tu achas que deve ser, sei lá...
    Eu faço download de filmes, séries, músicas, HQs, conteúdos diversos. Não vendo, não lucro e compartilho. Pra mim, isso é certo. Sou invencivelmente contra SOPA, PIPA, ACTA e qualquer outra forma de censurar a internet. Temos iniciativas nacionais contra ao acesso livre da internet.
    Sua discussão é válida, quando colocado de forma produtiva. Continue escrevendo e posicionando-se sobre esses assuntos, tu só tens a ganhar com isso. Já COMO fazer, ah isso sim que determina quem tu realmente és.

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    1. Olha, até agora o seu post foi um dos que eu mais concordei até agora e você foi um dos que entenderam a ideia: criar o debate.
      Entretanto, o meu texto não foi pessoal, cheio de ataques nem nada do tipo.
      E outra, eu sou tanto a favor do debate que eu criei outro post só para o Jurandir ter direito de resposta caso quisesse.

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  41. Fico triste de você Pablo ter causado a queda do Cinema com Rapadura. Sim, todos tem este direito de se expressar, concordei com algumas coisas que você disse, mas de qualquer modo, foi totalmente gratuita. Visivelmente você não tratou o caso apenas como um debate, você poderia ter dado outros exemplos, mas falou apenas do Rapadura. O centro do texto não era sobre a idiocracia dos hipócritas contra a pirataria, mas sim um ataque gratuito ao Rapadura. Mas te pergunto Pablo, porque juntou apenas essas falas de Jurandir? Porque não lembrou de quando ele falou que já havia usufruído da pirataria no Rapaduracast e em outras participações?

    PS: Rapaduracast precisa ser monetizado, se não como ele iria se sustentar, não falo só do site, mas também de quem o faz. Se o Jurandir começar a apoiar os downloads, garanto que nenhuma distribuidora e nenhuma empresa o ira contratar. Infelizmente o dinheiro é muito importante na nossa sociedade, este não é o hobby de Jurandir, este é o trabalho e é um trabalho digno. Desculpe te dizer, mas o mundo é assim, gira em volta do dinheiro, e as pessoas precisam deste dinheiro. Você diz que foi apenas para debater, mas VOCÊ, SIM VOCÊ causou a queda do Rapadura, seu texto é super valido, mas você deve sinceras desculpas aos seres rapadurianos!

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    1. Eu não causei queda do site, você tá muito mal informado. Quando o Jurandir anunciou a queda, meu post tinha acabado de sair, e eu só enviei por twitter pra ele horas depois.
      Portanto, se informe mais antes de vir querer cagar regra aqui.

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  42. Foi você sim o maior causador disso, quem derrubou o site está mostrando o seu post como referencia para aqueles que se dizem Anonymous. Realmente, devido a sua resposta, pode-se ver que você não tem imparcialidade alguma, e ainda quer dizer que não foi para atacar o Rapadura. Sei que não foi você que derrubou, mas é agora com sua ajuda que ele permanece caído. Parece-me que você só leu o texto quando você foi citado por ter caído o site, o resto pelo visto teve medo de responder. Cara, não estou bravo nem nada, falei que seu texto foi bom, e concordei com várias coisas dele, só não concordei com tudo. Não entendo porque você insulta quem responde. Não era você que queria causar um "debate", pois é, estamos debatendo, mas parece que você não aguentou a "brincadeira" e apelou.

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